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Mãe de bandido morto em frente escola quer R$ 477 mil; "Torturada"


A mãe do assaltante de 20 anos, morto na frente de uma escola, por Katia Sastre, em maio deste ano na cidade de São Paulo, agora quer que a PM pague por ter matado o seu filho, alegando ser torturada pelas imagens da ação que veicularam na mídia e redes sociais. 

A cozinheira Regiane Neves da Silva Ferrari processa a agora deputada federal de São Paulo e o seu partido PR, por ter usado as imagens da tentativa de assalto na sua campanha para defender a bandeira da segurança. Segundo o site Notícias ao Minuto, ela pede 477 mil por danos morais, afirma que o filho não tinha intenção de matar ninguém naquele dia e que era muito carinhoso com crianças.

VÍDEO DA CAMPANHA ELEITORAL DA PM



A cozinheira reclama também do governador Márcio França (PSB), que homenageou a policial no dia seguinte após a morte do seu filho bandido.

"Quando a PM dizia na campanha que matou e que mataria de novo, eu pensava que era a mim que ela estava querendo matar", afirma a cozinheira. "Afinal, meu filho já está morto, eu que estava sofrendo na frente da TV."
Regina diz que foi diagnosticada com depressão e que vive à base de remédios. "O que ela fez foi um absurdo", declara. "Toda vez que a cena aparecia na TV, meus netos gritavam: 'vó, estão matando o Zoca de novo, venha ver'".
Procurada pela reportagem, a deputada eleita Kátia Sastre diz que não foi notificada da ação e que, por isso, não poderia fazer nenhum comentário.

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