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PT promete criar nova Constituição Federal para tomar o poder no Brasil




Durante ato de campanha em Goiânia, Fernando Haddad confirmou que colocará em prática a proposta de alterar a Constituição Federal para tomar o poder, lutar contra opositores e a direita brasileira, conforme prevê seu plano de governo.

No plano de governo do petista está escrito que um novo processo constituinte é "necessário" para "assegurar as conquistas da Constituição de 1988, as reformas estruturais e das instituições preconizadas" por sua equipe.

O mesmo aconteceu na Venezuela antes de se tornar uma sangrenta ditadura comunista socialista, com o apoio de Lula e toda a esquerda brasileira, que investiu muito dinheiro neste País, afundado em corrupção, via dinheiro do BNDES. Todos os partidos e presidenciáveis que atacam o candidato de direita Jair Bolsonaro do PSL, fazem parte da base comunista socialista do PT.

Não lutam pelo Brasil, mas para tirá-lo do caminho do plano de poder.

"Isso já foi mediado. Quando o PCdoB passou a integrar a chapa, houve uma alteração no texto para criar as condições da convocação de uma assembleia exclusiva", afirmou Haddad, conforme reportado pelo jornal Folha de S.Paulo
 .


Com ordens de Lula de dentro da cadeia, o plano de dominação segue a todo vapor. "O governo Haddad participará, logo após a posse, da elaboração de um amplo roteiro de debates sobre os grandes temas nacionais e o sobre o formato da Constituinte", diz o texto.

Um dos fatores que justificam a convocação de uma Assembleia Constituinte "livre, democrática, soberana e unicameral", segundo o plano de governo de Haddad, são os reflexos do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

"O golpe aprofundou a crise de representação política e agravou o desequilíbrio no sistema de pesos e contrapesos das instituições republicanas. A refundação democrática implicará em mudanças estruturais do Estado e da sociedade para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes da República e assegurar a retomada do desenvolvimento, a garantia de direitos e as transformações necessárias ao País", aponta o documento.

Sem Lula, coligação O Povo Feliz de Novo passou a ter chapa formada por Fernando Haddad (PT) e Manuela D'Ávila (PCdoB)


Ainda durante seu comício em Goiânia, Haddad exaltou feitos de quando era ministro da Educação e falou sobre ações de combate e prevenção à violência doméstica contra a mulher. 

Nesse ponto, o ex-ministro exaltou a Lei Maria da Penha (sancionada por Lula) e também a estratégia adotada por ele próprio quando prefeito de São Paulo.

“Se não houver pró-atividade do estado para acompanhar a mulher que foi pela primeira vez agredida, muitas vezes a violência vai se perder porque ela vai ficar com medo de representar contra o seu companheiro ou contra a pessoa que a está agredindo", disse Fernando Haddad . 

"Esse acompanhamento é muito importante. No caso de São Paulo foi feito pela guarda civil metropolitana com bons resultados. Nós queremos disseminar essa experiência pelo País."


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