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Senado da Argentina rejeita legalização aborto no país


Senado da Argentina rejeita legalização aborto no país


Numa vitória pela vida e proteção das crianças ainda na barriga da mãe, o Senado da Argentina rejeitou na madrugada desta quinta-feira (9) o projeto de lei que legalizaria o aborto no país. Um golpe para as feministas e feminazis que não tem compromisso com a vida. Dizem defender o direito das mulheres, mas acham correto o aborto de meninas.

Após uma sessão de cerca de 16 horas, ele foi recusado no Senado por 38 votos contra, 31 a favor e duas abstenções. O governo atual é do presidente conservador de direita Maurício Macri.



Pela proposta que foi aprovada pela Câmara e, seria possível interromper a gravidez durante as primeiras 14 semanas de gestação. O projeto previa também que o aborto fosse realizado em qualquer hospital ou clínica e obrigava o Estado a cobrir o custo do procedimento, dos medicamentos e dos tratamentos de apoio necessários.


A interrupção voluntária da gravidez é crime na Argentina, a não ser em casos de estupro e que ofereçam risco à vida da mãe. Nos demais casos, a prática é penalizada com até quatro anos de prisão para a mulher e para o médico.

Não existe aborto seguro, legal ou não, pois o bebê morre e a mãe também pode morrer durante o procedimento. Fora os possíveis e prováveis traumas de saúde, psicológicos e emocionais que serão acarretados em toda a vida para uma mulher por ter forçado o útero a interromper uma gestação e esquartejando a criança para retirá-la dele.

Feministas e ONGs abortistas preferem incentivar o assassinato de crianças do que fazer um trabalho de educação e orientação sexual reprodutiva com os milhares de métodos anticoncepcionais. O que sai mais barato e sem matança de crianças.



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