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Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos


Com recuperação lenta, Brasil deve criar em 2018 menos da metade dos empregos previstos

No final de 2017 acreditava-se que ano seguinte, o mercado de trabalho iria melhorar. Metade de 2018 já passou e, até agora, isso não aconteceu. Com a frustração das expectativas para a economia e o desemprego ainda elevado, a desaceleração do ritmo de contratações tem levado economistas a revisarem para baixo o número de vagas com carteira assinada previstas para este ano, segundo reportagem do G1.

Com as sucessivas revisões para baixo do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018 , os economistas passaram a prever uma quantidade menor de vagas criadas no mercado formal.

A estimativa inicial era de até 1 milhão de novos postos de trabalho neste ano. Nas novas projeções de cinco consultorias, o número foi cortado para menos da metade, e agora está na faixa entre 350 mil e 452 mil. Para os próximos meses, a expectativa é que a geração de vagas continue fraca, mas não necessariamente estagnada ou no negativo. 

Os economistas lembram que os meses de agosto e setembro geralmente registram bons números, em função da contratação para as festas de fim de ano.



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