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Ministério Público denuncia ex-vereador e seu filho sob acusação de tentativa de homicídio em frente ao Instituto Lula


Bettoni foi operado e permaneceu internado por mais de 20 dias na UTI do hospital São Camilo, em São Paulo. No final de abril, foi para casa, com restrições de autonomia.


O ex-vereador de Diadema (SP) Manoel Eduardo Marinho, conhecido como Maninho do PT, e seu filho Leandro Eduardo Marinho, foram denunciados nesta quarta-feira (9) pelo Ministério Público do estado por tentativa de homicídio por motivo torpe e meio cruel contra Carlos Alberto Bettoni, praticada em frente ao Instituto Lula, no dia 5 de abril.

Naquele dia, quando foi decretada a prisão do ex-presidente Lula, o empresário Carlos Alberto Bettoni foi agredido após insultar o senador petista Lindbergh Farias. Ao ser empurrado, o empresário bateu a cabeça no para-choque de um caminhão e caiu no meio da rua, sofrendo traumatismo craniano.

Maninho e seu filho não prestaram socorro ao empresário, assumindo o risco de que a morte pudesse ocorrer, segundo a promotoria. De acordo com a denúncia —enviada ao 1º Tribunal do Júri do estado— as qualificadoras foram aplicadas diante da suspeita de ato de intolerância ao protesto contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e emprego de empurrões, projetando Bettoni em direção à rua por onde trafegavam veículos.

O promotor Felipe Eduardo Levit Zilberman pediu ainda o arquivamento do inquérito contra Paulo Cayres, secretário nacional do Setorial Sindical do PT, por não ter participado diretamente dos ataques que projetaram o empresário contra o caminhão.

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