A Secretaria de Estado da Saúde (SES) e o Ministério da Saúde descartaram a possibilidade de surto da doença. “Os casos não possuem vínculo epidemiológico. As famílias não se conhecem nem moram no mesmo território e nem foi confirmado o mesmo agente infeccioso, portanto descartado a possibilidade de surto”, informou a SES. A Secretaria e o Ministério informaram, ainda, que seguem monitorando o cenário epidemiológico no estado.

Casos anteriores

Desde fevereiro pelo menos três casos de morte causada pela meningite preocuparam a população ludovicense. O primeiro óbito foi do estudante de jornalismo Lucas Gabriel, de 21 anos, no dia 27 de fevereiro. Quatro dias depois, a adolescente Deborah Sales, de 17 anos, também veio a óbito. O terceiro caso noticiado foi o da estudante Taynara Sousa dos Santos, de 16 anos, no dia 11 de março.
Além destes, há a suspeita de que a meningite vitimou um bebê de oito meses, em Vargem Grande, e uma criança de sete, em São José de Ribamar. A SES aguarda emissão do resultado do material coletado.




Prevenção

Para evitar o contágio por meningite, o primeiro passo é a vacinação, disponível em todos os postos médicos da rede pública para recém-nascidos de três a cinco meses, crianças de um ano, e para adolescentes entre os 11 e 14 anos, de acordo com o Ministério da Saúde.

O contato com pessoas acometidas pela doença deve ser vetado, e a atenção à higiene pessoal e do ambiente deve ser redobrada. Ao perceber os sintomas de meningite, como febre e dor de cabeça, vômitos, náuseas, rigidez de nuca e manchas vermelhas na pele, o médico deve ser consultado rapidamente.

Fonte: O Imparcial