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Militantes ptistas da CUT e MST atacam fachada do apartamento da ministra Carmem Lúcia


Feministas não se manifestaram a favor da ministra até o momento.


O MST e o Levante Popular da Juventude divulgaram um "escracho" em frente à casa da presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, em Belo Horizonte. Imagens mostram que a fachada do edifício foi atacada e pintada de vermelho, com bombas de tinta.

Segundo os militantes, o ato foi durante a tarde e reuniu cerca de 450 pessoas em três ônibus.
Segundo testemunhas, dada a violência no momento do ataque de vandalismo, se a ministra tivesse aparecido para se quer tentar conversar ou fosse pega de surpresa, provavelmente seria atacada.

MOTIVAÇÃO DO ATAQUE

O voto da ministra, que preside o STF, foi decisivo para negar a Lula um habeas corpus preventivo, o que culminou no decreto de prisão do petista pelo juiz Sergio Moro. Carmem Lúcia não estava no apartamento na hora do ato de vandalismos.

O ato apenas demonstra que o discurso de "mais amor" e proteção para as mulheres que tanto a esquerda fala através dos movimentos feministas e feminazis, serve apenas para as mulheres que estão alinhadas com as suas ideologias. As que não concordam são atacadas como é o que se vê com a ministra Carmem Lúcia.

Nenhuma artista global ou demais famosas que defendem o feminismo apareceram em favor da ministra em redes sociais ou fizeram hastags #MexeuComUmaMexeuComTodas.




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