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Vício em tirar selfies já é considerado doença de 'transtorno mental'



No Reino Unido, a Sociedade Real para a Saúde Pública (RSPH, na sigla em inglês) pede ao governo britânico e às plataformas de redes sociais que instalem alertas pop-up em celulares, a serem ativados para pessoas que ficassem online por mais de duas horas.

O britânico Junaid Ahmed tem 50 mil seguidores no Instagram e admite que é viciado em selfies e se tiver menos de 600, ele apaga, pois as fotos precisam estar perfeitas para ele. Já fez até preenchimento de botox para ter uma melhor aparência.

Diante do crescente número de casos de tentativa de suicídio e depressão por não conseguir a 'a melhor aparência possível', um estudo recente sugeriu que a obsessão por selfies é um distúrbio mental genuíno, batizado de selfitis. 

 O desejo de tirar selfies e publicá-las nas redes sociais mais de seis vezes por dia é uma selfitis crônica, segundo pesquisadores da Universidade de Nottingham Trent, na Inglaterra, e da Thiagarajar School of Management, na Índia.

As entidades de defesa infantil argumentam que as redes sociais trazem malefícios aos jovens.

Em janeiro, mais de cem especialistas e organizações internacionais em saúde infantil pediram ao Facebook que extinguisse seu aplicativo de mensagens voltado a crianças com menos de 13 anos, o Messenger Kids, alegando ser "irresponsável" almejar estimular as crianças pequenas a usar a rede social.
Sete em cada dez adolescentes nos disseram que receberam apoio (de pessoas) nas redes sociais em tempos difíceis. Mas também sabemos que a depressão e a ansiedade são alimentadas pelas redes sociais -diz Shirley Cramer, presidente-executivo da RSPH.



De BBC



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