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Feministas não gostaram de uma mulher ter sido nomeada para a CIA americana


A história de "mais amor, por favor", só serve para mulheres que aceitam ser programadas pela cartilha feminista.

 

Gina Haspel foi nomeada a diretora da Agência Central de Inteligência (CIA), na terça-feira, 13, pelo presidente Donald J. Trump e é a primeira mulher a ocupar o cargo.

Ela cuidará não apenas de assuntos ligados à segurança dos Estados Unidos, mas também às formas e políticas para coleta e uso de dados de todos os tipos. Em sua longa carreira na agência, onde está desde 1985, Gina foi espiã, liderou diferentes departamentos e acumulou larga experiência em operações internacionais.

Gina Haspel
Sua indicação criou a perspectiva desagradável de uma fiscalização maior do Congresso e da imprensa esqueridista americana anti-Trump.
Mas, incrivelmente, as feministas também não gostaram da indicação, pois Gina não segue o perfil da cartilha ditatorial do feminismo moderno, que diz como as mulheres devem ser, agir e pensar, como se fossem robôs programados. Mas o usam o falso discurso de que as elas podem ser o que quiser. 

A história de "mais amor, por favor", só serve para aquelas que aceitam ser programadas pela cartilha feminista. As que não se identificam com o movimento e discordam da ideologia são atacadas sem pena e com muito constrangimento pela patrulha ideológica.



Uma colunista feminista egípcia do The New York times, Mona Eltahawy, criticou duramente a escolha de Gina para CIA. O maior motivo foi o fato ter sido Donald Trump tê-la indicado, pois ele é considerado machista e a indicação veio a derrubar esse rótulo do presidente americano.

Agora o discurso feminista é contra a própria Gina e métodos utilizados no seu modo de trabalho com terroristas e criminosos, inclusive de países islâmicos que exportam esses radicais.

"A opção de promover Gina para a diretoria não é uma vitória para as mulheres. Meu feminismo não EXIGE que uma mulher tenha direitos iguais como torturadora, gozando da mesma impunidade dos homens. Não comemoro as nomeações de mulheres para altos cargos de governos nos quais a crueldade é a ferramenta de controle preferida de um patriarcado; ao aceitarem tais cargos, elas se tornam soldados rasos desse patriarcado e da violência instituída por ele.

Em vez disso, meu feminismo trabalha para desmontar o patriarcado e sua violência, seja ela sancionada pelo estado, como no caso da tortura, ou praticada em casa, na forma da violência doméstica ou contra a parceira conjugal. Não defendo um feminismo que exige das mulheres a perfeição ou uma nobreza heroica. Mas insisto que colocar as mulheres a serviço do patriarcado não é uma vitória para nós", escreveu a feminista em sua coluna do The New York Times. 

Ou seja, se a mulher não é feminista é ridícula, patriarcal e machista.

Será que Mona talvez tenha recalque ou inveja de uma mulher de carreira brilhante como Gina Haspel, que chegou ao topo por seus méritos e que realmente faz muito mais pela segurança do seu povo na luta contra o terrorismo, do que feministas como ela que só sabem escrever textão, falar contra o machismo e contra as próprias mulheres que não se enquadram na sua visão de mundo da bolha de lacração em que vivem?

Feministas não respeitam as mulheres que querem se dedicar ao marido e aos filhos, contra aquelas que decidem investir em carreiras que não precisem levantar bandeiras ideológicas e querem competir com os homens, só que com o seu pior lado.

Há muito tempo, o feminismo moderno deixou de lutar de verdade pelas mulheres, mas luta apenas por uma bandeira partidária. Já se sabe que partidos não tem amor por pessoas, apenas pelo poder e usam a qualquer um para alcançá-lo.



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