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Delegada Nilmar da Gama é a nova superintendente da SEIC no Maranhão



A delegada Nilmar da Gama Rocha tomou posse na sexta-feira (23) do comando da Superintendência Especial de Investigação Criminal (Seic), cargo que era ocupado até quarta-feira (21) por Tiago Bardal, que foi afastado da função por suspeitas de envolvimento com crime de contrabando de cargas, drogas e armas.

Segundo a SSP, a delegada fez parte, por vários anos, da equipe da Superintendência Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (SHPP).

A delegada Nilmar da Gama é uma delegada experiente da Polícia Civil do Maranhão. Ela iria assumir a Superintendência da Capital, mas, em face dos últimos acontecimentos, mudamos essa determinação e ela assumirá o comando da Seic, para retomar as ações administrativas e de investigação criminal que tem curso nesta unidade. Ela assume imediatamente, porque não pode haver interrupção do serviço. E, considerando a exoneração do titular anterior, ela passa a exercer as funções a partir de agora”, afirmou o secretário da SSP-MA, Jefferson Portela.



A SUBSTITUIÇÃO DE TIAGO BARDAL

Nilmar trabalhava na Superintendência Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (SHPP). Ela tem no histórico o comando de uma operação que, em novembro de 2017, prendeu 10 policiais militares integrantes de uma mesma quadrilha no Maranhão. 

Segundo ela, durante 7 meses de investigação foi descoberto uma organização criminosa especializada em tráfico de drogas e armas, homicídios, extorsões, assaltos a instituições financeiras e caixas eletrônicos. Entenda o caso O agora ex-superintendente estadual de investigações criminais, Thiago Bardal, foi exonerado do cargo por ter sido encontrado em um local que era alvo de crimes e investigado pela Polícia Militar, numa operação na região do Quebra Pote, em São Luís. 

No caminho, Tiago Bardal foi encontrado em um carro com outro homem, que seria o seu advogado.

Ao ser questionado, o superintendente afirmou que estava vindo de uma festa, mas depois mudou a versão falando que procurava um sítio para compra.

 O secretário também afirmou que policiais seguiram até um porto privado, localizado em um sítio da região do Quebra Pote, onde descobriu-se um esquema criminoso formado por agentes da Polícia Militar. Bardal disse que sofre uma perseguição e ainda não entende o motivo, não conhece nenhuma das pessoas presas na operação e que foi abordado por policiais militares duas horas antes, a cerca de 5 km de distância do local em questão.






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