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Guerra nuclear pode começar a qualquer momento, diz Pyongyang

A situação na península coreana é “delicada” e “uma guerra nuclear pode começar a qualquer momento”. A análise foi feita pelo embaixador adjunto da ditadura comunista socialista da Coreia do Norte na Organização das Nações Unidas, Kim In Ryong, que, em tom de ameaça e em meio a críticas aos Estados Unidos, fez a declaração nesta segunda-feira, em discurso no Comitê de Desarmamento da Assembleia Geral da ONU. 

Cabe lembrar que o ditador socialista da Coreia do Norte começou com os testes nucleares e ataque diretos aos americanos e ameaças aos seus aliados. Ryong afirmou que a Coreia do Norte é o único país do mundo a estar sob “ameaça nuclear extrema e direta” dos Estados Unidos desde os anos 1970, e que o país tem o direito de manter um arsenal nuclear para se proteger. 

O diplomata disse que Pyongyang apoia a “erradicação de armas nucleares e os esforços para que esse fim seja atingido em todo o mundo”, mas cobra a mesma posição de Washington. O diplomata foi enfático contra os supostos planos de Washington: “a totalidade do território continental americano está ao nosso alcance de fogo. Se os Estados Unidos ousarem invadir nosso território sagrado, não escaparão de um severo castigo em qualquer parte do mundo”.

Nesta terça-feira, o subsecretário de Estado dos Estados Unidos, John J. Sullivan, reiterou o compromisso americano de diálogo como solução para a crise com a Coreia do Norte. Em visita ao Japão, o diplomata afirmou que a Casa Branca “não descarta” a possibilidade de dialogar de forma direta com Pyongyang. “A nossa ênfase é na diplomacia para resolver este problema.

No entanto, devemos estar preparados para o pior junto com nossos aliados Japão e a Coreia do Sul, entre outros, em caso de falha na diplomacia”, declarou Sullivan em Tóquio, segundo informa a emissora estatal japonesa NHK.



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