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Dinheiro para Polícia Federal não tem, mas para filme sobre terrorista MinC pode liberar R$ 10 milhões

Sob o governo do presidente Michel Temer (PMDB) e suspeitas de interferência política, a Polícia Federal reduziu a equipe destacada para a força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, e contingenciou 44% do orçamento de custeio previsto para 2017. 

É o primeiro corte expressivo no efetivo de investigadores, nos três anos do escândalo Petrobrás, que revelou um megaesquema de cartel e corrupção que abasteceu nos últimos 13 anos os cofres dos partidos da base e da oposição dos governos Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

 Deflagrada em março de 2014, a Lava Jato é a maior e mais longeva operação de combate à corrupção da PF, realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal.

 De acordo com informações da Veja, o ator comunista amante do PT e ideologias de extrema-esquerda, Wagner Moura conseguiu autorização do Ministério da Cultura para captar R$ 10 milhões, através da Lei do Audiovisual (a Rouanet do cinema), para fazer seu filme de homenagem ao terrorista e herói do comunismo Carlos Marighella, que escreveu o "Manual de Guerrilha Urbana"para instaurar o caos na sociedade e idolatrado por artistas brasileiros.

“Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, poderá ter como seu protagonista o rapper Mano Brown, do grupo Racionais MCs, que já apoiou publicamente o PT e tem laços com a família Suplicy. Além disso, para fazer parte do elenco, é necessário que os atores ascendência nordestina.

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