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Por que só o Lula pode?

Estamos vivendo dias tenebrosos com um judiciário que claramente se mostra cada vez mais partidário.

A esquerda vive usando discurso de proteção às mulheres e justiça, mas na prática o que temos visto é bem diferente, principalmente quando se refere ao seu líder maior, Lula, soltando descomedidamente sua linguagem chula para com as mulheres, e até para uma ministra do STF, e as coisas ficam por isso mesmo.

Em conversa grampeada entre o condenado da Lava-Jato e o ex-ministro Paulo Vannucchi, gravada em março de 2016, pela Polícia Federal, o ex-presidente afirma que está colocando Fátima Bezerra e Maria do Rosário, duas parlamentares soldados do PT, para acompanhar de perto um dos procuradores que o investigam, Douglas Kirchner. No diálogo, Lula se refere à elas de forma grosseira e vulgar.

"Cadê as mulheres do grelo duro do nosso partido?", disse o condenado da Lava-Jato.

E para a Ministra Rosa Weber: "Se homem não tem saco, quem sabe uma mulher corajosa possa fazer o que os homens não fizeram?”

As feministas, EM SUA MAIS ALTA HIPOCRISIA, simplesmente amenizam a fala do condenado!

A escritora e ativista feminista Daniela Lima defendeu Lula dizendo ser falas comuns dos nordestinos: “Essa expressão é muito utilizada no Nordeste e é sinônimo de mulher forte. Se Lula dissesse que um homem é ‘pica grossa’, por exemplo, não causaria nenhum espanto. Isso reflete o lugar destinado ao corpo feminino em nossa sociedade e quais são as qualidades impostas a esse corpo, tais como fragilidade e docilidade.”

Ou seja, “pica grossa”, “grelo duro” e “homem sem saco”, para esta feminista, são expressões corriqueiras e próprias para um diálogo político entre um ex-presidente e um ex-ministro, mesmo que reduzam as pessoas nominadas como tais a um pênis, um saco escrotal, uma vagina e um clitóris.
Imagine se ela teria a mesma opinião se fosse Bolsonaro dizendo essas barbaridades!


JAIR BOLSONARO E MARIA DO ROSÁRIO - Inversão da justiça brasileira

Vimos a Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve nesta terça-feira (15), por unanimidade, a condenação do deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) pelas supostas ofensas dirigidas à também deputada Maria do Rosário (PT-RS), que começou a confusão em 2003, quando Jair Bolsonaro dava entrevistas a Rede TV sobre o caso do menor de idade na época, Champinha, que estuprou por 3 dias e matou Liana Friedenbach e Felipe Caffé.

Maria do Rosário interferiu na entrevista saindo em defesa do criminso, defendendo Champinha e dizendo que era só uma criança. No calor discussão, Bolsonaro disse que não a estupraria porque ela não merece, pois Maria do Rosário disse que o deputado era quem promovia esse tipo de crime e o chamou de estuprador.

Bolsonaro foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), em 2015, a pagar indenização de R$ 10 mil à petista por danos morais, mas recorreu e que ele deveria se retratar publicamente em jornais, no Facebook e no Youtube.


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