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"PT não quer desemprego estatístico, mas desemprego efetivo", diz a presidente do partido, Gleisi Hoffmann



Durante evento realizado no último sábado, 8, a presidente do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, diz diante de membros do partido e aliados algo que é, no mínimo chocante e em seguida é aplaudida por eles.

Ela declara com todas as letras, que o PT não quer desemprego estatístico, mas desemprego efetivo e ainda quer o povo nas ruas, numa incitação clara de violênciaa urbana e que atrapalharia a votação da reforma trabalhista no senado junto com outras senadoras como de fato fez.




O partido quer mesmo que o desemprego cresça para que assim possa culpar o atual governo pelos problemas que, em verdade, foram criados durante os governos de Lula e Dilma.

No vídeo abaixo, a demonstração dos ataques ao senado como prometido na reunião, das senadoras PTstisa, de arrogância e desprezo pela democracia e a situação atual dos trabalhadores, na tentativa de barrar a votação da reforma trabalhista, pois o principal ponto de revolta é a retirada do imposto sindical obrigatório que gera aos mais de 17 mil sindicatos no País, mais de R$ 3,5 bilhões ao ano e que agora será opcional aos trabalhadores.




Segundo o site "O Antagonista", Rogério Marinho, relator da reforma trabalhista na Câmara, disse estar convencido da necessidade de acabar com a obrigatoriedade do imposto sindical.


"O Brasil tem cerca de 17 mil sindicatos. Esse número por si só é uma demonstração cabal de que há uma distorção."


No entender do deputado, com o fim da obrigatoriedade, os sindicatos terão de desenvolver ações sérias para convencer os trabalhadores a contribuírem.

Marinho acredita em "sindicatos sérios".

DESEMPREGO RECORDE NO BRASIL

O desemprego no país foi de 13,6%, em média, no trimestre de fevereiro a abril, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No período, o número de desempregados no Brasil foi de 14 milhões de pessoas.

Os números tiveram leve queda em relação ao trimestre de janeiro a março, quando a taxa de desemprego foi de 13,7% e a população desocupada chegou a 14,2 milhões. A última vez em que houve recuo nesse tipo de comparação foi em novembro de 2014. Na época, a taxa estava em 6,5%.

Em relação ao trimestre de novembro a janeiro, são cerca de 1,1 milhão de desempregados a mais, alta de 8,7%. Em um ano, são 2,6 milhões de pessoas a mais sem emprego, um aumento de 23,1%.

Os dados foram divulgados em 31 de junho e fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, do IBGE.

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