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Operação Ouro Negro prende 13 pessoas por crime ambiental no Maranhão


 Em uma coletiva realizada na Procuradoria Geral de Justiça, foram apresentados os resultados da Operação Ouro Negro, uma força-tarefa envolvendo a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Ministério Público do Maranhão e as secretarias de Estado da Fazenda e do Meio Ambiente.


Ao todo foram presas 13 pessoas, de forma preventiva e temporária, sendo 11 em São Luís, e uma em Barra do Corda e outra em Guimarães. Foram encontrados sete depósitos clandestinos, um deles com mais de 700 sacos de carvão vegetal, fornos em Barra do Corda e Fernando Falcão, 15 carretas carregadas de carvão, mais de 300 toneladas de carvão, e dois policiais militares também foram presos por corrupção.

A operação acontece desde agosto, e carvão vinha sendo extraído de forma irregular de terras indígenas na Reserva do Gurupi. 

Segundo a chefe da Divisão Técnico-Ambiental do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis - IBAMA, Ciclene Brito, a operação ainda está em curso, dois mandados ainda serão cumpridos no interior do  Estado, e vários pontos de extração ilegal de madeira ainda estão sendo identificados.

O carvão apreendido ficará á disposição do Ministério Público, para leilão ou doação.

Segundo Marcellus Ribeiro, secretário de Estado da Fazenda, as investigações dentro do órgão serão intensificadas, uma vez que "além do enorme dano ao meio ambiente irreversível, há ainda o crime de sonegação fiscal". "Vamos aprofundar as investigações e implantar uma representação penal pelo crime da ordem tributária", declarou Ribeiro. Três funcionários da Sefaz ainda serão ouvidos.

O IMPARCIAL

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